Por onde andei….

Oi, amorecos!

Tudo bem com vocês???

 

Sim, eu sumi. (nossa! que novidade!!) Mas foi por um bom motivo.

Lembram daquele trabalho que fui fazer entrevista? Não? Então leia aqui pra poder entender.

Enfim, CONSEGUI!!!!

Pra trabalhar na Bienal Internacional do Livro de São Paulo!\o/

Não deu tempo de vir aqui contar, pedir pra que me visitassem e me dessem muitos abraços, desculpa…

Foi tudo muito lindo! Trabalhar com livros foi a coisa mais incrível que me aconteceu.

Precisei ficar os 11 dias lá em São Paulo (pra quem não sabe, sou de São José dos Campos). Sim. Fiquei longe do maridão e das cria, queria vir pra casa todo santo dia, mas consegui ir até o fim com a sensação de vitória.

Antes de mostrar as poucas fotos que tenho de lá, vou primeiro fazer uma análise “emocional” da situação toda.

Vocês sabem como estou enfrentando a depressão. Não sei dizer se ela ainda está aqui, mas, se estiver, está muito bem escondida, graças a Deus. Mesmo assim, tenho alguns episódios ruins relacionados a ela…

Eu aceitei o trabalho na Bienal, para trabalhar como promotora de vendas da V&R Editoras (pra quem não lembra de cabeça, é a editora de Diário de um Banana). Assim que eu aceitei, pulei de alegria, chorei de emoção, ri de nervosismo. Quando tudo isso passou, veio a ansiedade.

“Como você vai ficar 11 dias sozinha?”, “E se você se perder?”, “E se você odiar o trabalho e se arrepender?”, “E se algo acontecer com seus filhos quando você estiver lá?”, “E se coisas piores que isso acontecerem???”

Foram muitos  “e se” passando pela minha cabeça. Perdi noção de quantas vezes disse ao meu marido que eu não queria mais, mesmo depois de já ter entregue os documentos…

Apesar disso, venci a ansiedade e fui.

E eu achando que ela me deixaria em paz quando eu estivesse lá. Tá! Muita inocência minha.

Precisava ir ao Anhembi todo dia de metrô e ônibus (esse último era fornecido de graça pela organização do evento). Era necessário uma caminhada até os dois. Curta caminhada, mas cheia de medo. “E se eu for assaltada?”, “E se, com esse trânsito de São Paulo, eu acabar sendo atropelada e morrer?”, “E se eu pegar o metrô pro lugar errado ou descer na estação errada?”.

Várias vezes dentro do metrô estive a beira de um ataque de pânico. Minhas mãos suavam, sentia minha pressão caindo, a respiração ficava curta e ofegante, um aperto no peito começava a crescer e parecia me sufocar.

Lembrei de uma amiga que passou pelo mesmo e me mandou mensagem pedindo ajuda. Lembrei o que eu disse a ela. Fechei os olhos, respirei fundo, prendi a respiração por 3 segundos, soltei. Repeti o processo. “Você consegue, já fez isso antes. Você até decorou o caminho! Não tem motivo para pânico! Respira…”, era isso o que eu pensava enquanto fazia o exercício de respiração.

Quando finalmente me acalmava, abria os olhos e lá estava eu, renovada, pronta para continuar. E deu tudo certo.

Não me perdi, não fui assaltada, não aconteceu nenhuma desgraça, nem mesmo aconteceu de descer na estação errada! E essa, meus caros leitores, foi a melhor experiência da minha vida.

Eu ouvia muito que eu sou capaz, que eu sou forte e todos os clichês possíveis, mas sabemos que palavras não adiantam nessas situações. Só vivendo mesmo.

E eu vivi.

E sobrevivi.

E estou aqui para contar que está tudo dentro da nossa cabeça. Todas as paranoias e também a solução para elas. Mas tudo isso está do outro lado do medo. Só precisamos de uma pequena dose de coragem para enfrentá-lo e então alcançarmos toda nossa força!

Essa é uma lição que levarei sempre comigo. Espero que sirva de exemplo para aqueles que vivem dentro da própria cabeça. Ouça bem: Você consegue! ❤

 

Agora, deixa eu mostrar as coisas linda que aconteceram lá:

Galera linda que trabalho comigo no primeiro turno

Galera linda que trabalho comigo no primeiro turno

 

Eu e Tamires.. ops... Krestel, personagem do livro "A Maldição do Vencedor"

Eu e Tamires.. ops… Krestel, personagem do livro “A Maldição do Vencedor”

 

Eu e Pororo (toda vez que o dito aparecia, eu gritava "OLHA O PORORO!!!!")

Eu e Pororo (toda vez que o dito aparecia, eu gritava “OLHA O PORORO!!!!”)

 

Eu e Greg (Diário de um Banana). Detalhe que furei fila de várias criancinhas para poder tirar essa foto kkkkkkkk

Eu e Greg (Diário de um Banana). Detalhe que furei fila de várias criancinhas para poder tirar essa foto kkkkkkkk

 

Eu e Ana Laura (colega de trabalho) na cabine da Barbie. Não dava pra não tirar foto lá, né? *-*

Eu e Ana Laura (colega de trabalho) na cabine da Barbie. Não dava pra não tirar foto lá, né? *-*

 

MINHA CHEFE, LOUCAAAAAA!!!!! kkkkkkk Mas é amorzinho, juro.

MINHA CHEFE, LOUCAAAAAA!!!!! kkkkkkk Mas é amorzinho, juro.

 

Com o autor mara Danilo Barbosa e nossa diva, Josy Stoque!

Com o autor mara Danilo Barbosa e nossa diva Josy Stoque!

 

Rodrigo Moreira

Com Rodrigo Moreira

Fiz as primeiras impressões do livro dele aqui. Acreditam que ele me reconheceu??? GENTE! QUE EMOÇÃO!!!

 

Com Eduardo Spohr

Com Eduardo Spohr

CLARO que eu ia pegar autógrafo com ele de novo, né, gente! Até parece que não em conhecem. kkkkk

 

Saldo da Bienal

Saldo da Bienal

Dessa vez não consegui trazer muita coisa, porque não tinha forças para andar na hora do meu almoço, muito menos quando acabava meu turno kkkkk Andei bem pouco, para ser sincera. Vi mais o que eu já estava programando para ver e o restante foi lucro do caminho até onde eu queria ir.

Vai ter sorteio de marcadores. Isso eu consegui pra vocês!!! Aguardem.

 

Beijinhos! 😉

[Primeiras Impressões] Ele Não é Isso, de Rodrigo Moreira

Oi, gentem!!!!

 

Recentemente, eu vi no Face da Editora Arwen que o autor Rodrigo Moreira estava selecionando blogueiros para as primeiras impressões do seu novo livro, Ele Não é Isso.

Claro que Tia Grazi correu lá e se deu bem. Trago hoje as primeiras impressões e tenho que dizer: Preciso ler o restante! Estou sofrendo daquele mal súbito chamado cade o resto o meu livro?

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Sinopse: “Em pleno marco zero de São Paulo e escondida entre as paredes do edifício Nazareth, uma história, que antes fora de amor, vai se tornar sofrimento, tortura e medo. Em uma noite tranquila, Matias e sua esposa, Felícia, grávida de 6 meses, são atacados por um cão. Para ele, havia sido apenas um susto. Para ela, uma dolorida, mas curável, ferida na perna. No entanto, a ignorante certeza de que tudo acabará bem, desprezando a necessidade de cuidados médicos, causará sérias consequências. O que tal negligência ocasionará às vidas dessa família? Que destino um simples acidente revelará para o mundo? Matias, enclausurado em seu apartamento com seu filho, Júnior, viverá momentos tenebrosos e sombrios que mudarão para sempre a sua história e das pessoas à sua volta. Um pai, um filho e um destino amedrontador.

Uma história de terror, drama? Quem sabe! Pode-se dizer que este é, apenas, um relato sobre um ser que, há muito tempo, deixou de viver, mesmo que a função fisiológica denominada respirar diga o contrário.”

 

Começamos o prólogo acompanhando relatos de três médicos, Dr. Mariano, Dra. Marina e o Dr. Oswaldo. Aparentemente, eles estão tentando se proteger de algo que os persegue e estão presos há um certo tempo dentro de um local. Eles falam a um gravador sobre uma doença, a qual ninguém acreditava que ser tão avassaladora, mais ainda que a peste negra.

Vemos também o relato de um telejornal, o conteúdo da caixa preta de um Boeing da America Airlines e a gravação de uma fazenda em Jundiaí/SP. Todas são sobre acontecimentos estranhos, pessoas sendo atacadas e, por fim, um mundo que parece pós-apocalíptico.

Há um foco maior na gravação da fazenda. Dois rapazes, Nico e Oliver, parecem estar examinando um corpo que eles encontraram e querem saber o por quê de ele ter resistido tanto. A quê, exatamente, o livro não revela (não o pouco que eu li). Porém, eles foram atacados e precisam mudar de local rapidamente e um deles é ferido.

Indo para o primeiro capítulo, conhecemos Matias, que trabalha como supervisor de uma equipe de call center. Ele está indo ao trabalho quando tem um devaneio sobre seu passado, mais especificamente sobre sua mãe, algo que até hoje mexe com ele.

Ele é pai de Junior, um lindo bebê de dois anos. Como precisa trabalhar, ele o deixa com sua vizinha, Celina, uma professora aposentada que tem um passado de superação e um amor antigo e secreto.

Como é o primeiro capítulo, normalmente somos apresentados aos personagens, portanto nada muito excepcional acontece. A não se por um pequeno incidente em um playground no qual Celina leva Junior para brincar e, de alguma forma, o garoto está envolvido no acidente da outra criança.

Estou gostando da construção dos personagens, mas quero muito saber mais sobre eles. 53 páginas não nos revelam muita coisa. Mas o prólogo, esse sim nos deixa ainda mais sedentos por informações sobre esse mundo devastado.

Como a história passará de um pai solteiro que trabalha e deixa seu filho com a vizinha aposentada para o apocalipse total da Terra?

Resumo das Primeiras Impressões: Quero. O. Livro. Todo.

 

O livro está em pré-venda no site Arwen Store. Para adquiri-lo, clique aqui.

 

Posto a resenha completa assim que eu ler e mal posso esperar para terminar!!!

AH! Vai ter uma surpresa relacionada a esse livro, pessoinhas… Aguardem…

 

Beijinhos! 😉